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  • Iara Luz

Do que vale ter muito conhecimento intelectual mas não conseguir controlar as emoções?

Você já parou para pensar que muitas vezes nos perguntamos: por que o estudante mais “inteligente” da classe não tem o mesmo sucesso no trabalho ou nas relações interpessoais? Ou pelo contrário, por que algumas pessoas são mais capazes do que outras para se relacionar ou enfrentar contratempos, superar obstáculos e ver as dificuldades da vida sob uma perspectiva diferente?


A nossa cultura social sempre valorizou o ideal de “a pessoa inteligente”. Na escola, o filho “inteligente” era aquele que dominava a Matemática. A referência dessa inteligência foi identificada como “quociente intelectual” (QI). Sendo assim, as pessoas que eram consideradas acima da média deveriam ser excelentes em tudo, qualquer dificuldade encontrada era considerada como falta de determinação, preguiça, má vontade, etc. Uma pessoa assim acredita que vai conseguir tudo através da inteligência, mas se algo não sair como planejado vem um sentimento de fracasso intenso -- que são os casos de alunos considerados brilhantes que não conseguem passar no vestibular de Medicina e muitas vezes acabam em um quadro de depressão.


É um erro grave considerar que o “QI” será o único fator que poderá garantir o sucesso profissional e nas relações sociais. É aí que entra a importância da Inteligência Emocional, afinal as emoções impactam diretamente em todas as esferas da sua vida!


Então o que é mais importante, ser inteligente intelectualmente ou emocionalmente? A resposta é simples: ambas inteligências são importantes, e possuímos, em maior e menor grau, as duas.


Uma pessoa com uma Inteligência Emocional bem desenvolvida é mais produtiva, sabe trabalhar melhor em equipe, desenvolve relações interpessoais mais saudáveis, é mais otimista e soluciona problemas.


A Inteligência Emocional é essencial para uma vida plena. Afinal de contas, de que adianta ser uma pessoa muito inteligente, mas não ser capaz de administrar bem as emoções?


Estudos recentes mostraram que nosso cérebro possui uma incrível capacidade chamada plasticidade. Isso significa que, mesmo que seja difícil, é possível mudá-lo e construir novas redes neurais! Por meio de práticas todos podemos mudar nossas estruturas cerebrais e nesse caso, nos tornarmos pessoas emocionalmente inteligentes, seja emocionalmente ou intelectualmente.


A inteligência “acadêmica” não é suficiente para alcançar o sucesso profissional. O QI não faz parte do equilíbrio emocional e os melhores profissionais não são necessariamente os “mais inteligentes”. Aqueles que conseguem e permanecem em qualquer ambiente social são aqueles que conhecem suas emoções e sabem como lidar com elas.


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